sábado, 23 de junho de 2012

TEMA; DEFINIÇÕES SOBRE A “FESTA DE SÃO JOÃO. Originalmente o calendário religioso utilizado pela Igreja era uma adaptação dos calendários grego e romano, e portanto foi bastante influenciado por importantes eventos pagãos. 1. AS FESTIVIDADES RELIGIOSAS. A partir da Idade Média, o calendário romano foi definitivamente adotado (“cristianizado”) passando a ser utilizado por toda igreja ocidental, quando foram incluídos a celebração das festas dos “santos” e dos “mártires”. Daí surgiu o atual “calendário dos santos da Igreja católica” (a Igreja Católica dedica aproximadamente 42 dias no ano a um(a) santo(a)). Vários grupos protestantes eliminaram completamente o calendário religioso, celebrando apenas alguns eventos que consideram importantes (ex: Natal). 2. DEFINIÇÃO DE ALGUNS TERMOS: Santo: No Antigo testamento a palavra hebraica mais usada (cerca de 116 vezes) para descrever “santo” é “QADOSH”, que significa “separado”. No Novo Testamento a palavra grega para “santo” é “ÁGIOS”, que aparece 230 vezes de Mateus a Apocalipse, e significa “separados pelo Senhor como Sua possessão peculiar”. “Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus…” – 1 Pedro 2.9 Na Igreja Primitiva todos os crentes eram chamados de “santos”, mesmo quando o seu caráter ainda não estava completamente formado (ex: At 9.13, 32; 26.10; Rm. 8.27; 12.13; 15.25,26). “…segundo a vontade de Deus é que Ele (Jesus) intercede pelos santos”. – Romanos 8.27 “Ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas, outros para pastores e mestres, com vistas ao aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do seu serviço, para a edificação do Corpo de Cristo”. – Efésios 4.11,12 Canonização: Dentro do catolicismo romano este é o nome dado ao decreto que inclui uma pessoa na categoria dos “santos”, os quais são recomendados à veneração dos fiéis. A condição para que a pessoa seja “beatificada” é que já tenha falecido e que pelo menos dois de “seus milagres” tenham sido confirmados. O papa, então, proclama a canonização. De acordo com a teologia romanista, os indivíduos canonizados acumularam um tesouro de méritos, mediante suas vidas “inculpáveis” e a prática de “boas obras”. Esses méritos em “reserva”, então, podem ser colocados à disposição de cristãos de menor envergadura, em resposta às orações feitas aos “santos”. A palavra de Deus declara que existe apenas um Mediador e Intercessor entre Deus e os homens: Jesus Cristo. “Porquanto há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo, homem”. – 1 Timóteo 2.5 “…o qual está à direita de Deus e também intercede por nós”. – Romanos 8.34 3. A QUESTÃO DA IDOLATRIA Idolatria, no grego “EIDOLOLATRIA” significa: “culto aos falsos deuses” ou “adoração de ídolos”. Esta adoração pode se referir a ídolos ou imagens propriamente ditas, ou então a tudo aquilo que porventura ocupe o lugar de Deus no coração do homem. Por que Deus abomina qualquer tipo de idolatria? - Sl 115.4-7; 1 Co 8.4 – A Bíblia afirma que o ídolo em si é apenas um pedaço de madeira, pedra, etc., esculpido por mãos humanas, que nenhum poder tem em si mesmo. - Êx 20.3-5; Is 42.8 – O nosso Deus não divide a sua Glória com ninguém. - Ez 14.3,4 – Note que há ídolos que levantamos em nossos corações (ex: avareza: Cl 3.5). Precisamos identificá-los e renunciar a sua força em nós. - Dt 18.9-12; Is 8.19,20 – O ato de comungar com pessoas que já morreram ou idolatrá-las está ligado à prática do espiritismo, magia negra, leitura de sorte, feitiçaria, bruxaria, etc. Segundo as escrituras, todas estas práticas envolvem submissão e culto aos demônios, e são abomináveis ao Senhor. OBS: a definição da Enciclopédia Britânica (BARSA) para FESTA RELIGIOSA é: Um dia consagrado à memória ou à comemoração de um evento histórico religioso. - Dt 32.17; Sl 106.36; 1 Co 10.20,28 – Por traz de cada ídolo há demônios que estão agindo, os quais são seres sobrenaturais controlados pelo Diabo. Noutras palavras, o poder que age por detrás da idolatria é o dos demônios. Ex: Alguns “santos” da Igreja Católica e sua correlação com entidades espíritas: - Iemanjá ? Senhora Aparecida. - Xangô ? São Jerônimo. - Oxossi ? São Sebastião. - Iorí ? Cosme e Damião. 4. A CELEBRAÇÃO DO “DIA DE SÃO JOÃO” Registros históricos declaram que no século sexto, missionários foram enviados para o norte da Europa para juntar pagãos ao grupo romano. Eles descobriram que o dia 24 de junho era muito popular entre esses povos, pois era quando ocorria o solstício de verão (solstício: época em que o sol afasta-se o máximo possível da linha do equador). Procuraram, então, cristianizar este dia, mas como? Por esse tempo o 25 de dezembro havia sido adotado pela igreja romanista como o natalício de Cristo. Desde que 24 de junho era aproximadamente seis meses antes de 25 de dezembro, por que não chamar este o natalício de João Batista? João nasceu, devemos lembrar, seis meses antes de Jesus (Lc. 1:26,36). Assim sendo, o dia 24 de junho passou a ser conhecido no calendário papal como sendo o Dia de São João. Na Bretanha (Inglaterra), antes da entrada do cristianismo, o 24 de junho era celebrado pelos druidas com fogos de artifícios em honra ao deus Baal. Quando este dia tornou-se dedicado a São João, os fogos sagrados também foram adotados e tornaram-se “as fogueiras de São João”! Ainda hoje o dia 24 de junho é largamente celebrado na Escandinávia, na Alemanha e na Finlândia com fogueiras pagãs. A história relata que até o século passado os camponeses da Finlândia praticavam encantamentos mágicos durante o solstício de verão, a fim de obterem maior fertilidade nos animais. No Brasil as “festas juninas” são realizadas em todo o país no mês de junho (daí o nome “juninas”, e culminam no Dia de São João). O principal momento da festa é a quadrilha, em que vários casais vestidos de caipira encenam uma cerimônia de casamento (que normalmente não acontece). CONCLUSÃO: 1. NÃO PODEMOS AGIR COMO IGNORANTES (Ingênuos, imprudentes, néscios) – Ef 6.2; Ef 5.15; 2 Co 2.11; Ef 4.27 2. SE TEMOS O CONHECIMENTO DE QUE ALGO É CONSAGRADO A ÍDOLOS, DEVEMOS NOS ABSTER – 1 Co 10.27,28; 2 Co 6.14-17; Ef 5.11 3. TEMOS A RESPONSABILIDADE DE ENSINAR NOSSOS FILHOS A SE POSICIONAREM – Não podemos transferir para a Igreja a responsabilidade que é nossa – Dt 6.3-9; Pv 22.6 4. PRECISAMOS FUGIR DE TODA A APARÊNCIA DO MAL – 1 Co 10.23-33; Pv 6.28 FONTES DE PESQUISA: - Babilônia: A Religião dos Mistérios – Ralph Woodrow. - Enciclopédia Britânica – BARSA. - Enciclopédia de Bíblia e Filosofia 0- R. N. Chaplin e J. M. Bentes. - A sabedoria das Runas (livro secular). - A umbanda e as suas ordens (livro secular). Estudo retirado do site www.orvalho.com

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Tema ; A blasfêmia contra o Espírito Santo

Conforme a popularidade de Jesus crescia, seus inimigos procuravam, desesperadamente, meios para apricar as suas investidas. como nao conseguiam. Finalmente, decidiram alegar que ele expulsava demônios pelo poder do próprio Satanás (Mateus 12:22-32; Marcos 3:22-30; Lucas 11:14-23). Jesus respondeu com três argumentos e uma advertência.

Seus argumentos foram os seguintes:
1. Satanás não atacaria a si mesmo, pois ninguém luta contra si mesmo.

2. Se eu expulso demônios por Satanás, como seus filhos os expelem?

3. Para roubar a casa de um homem forte, tem-se primeiro que amarrá-lo. Expulsando demônios, estou amarrando Satanás, de modo que eu possa cumprir minha missão de resgatar àqueles que Satanás mantém cativos.

Sua advertência foi: "Em verdade vos digo que tudo será perdoado aos filhos dos homens: os pecados e as blasfêmias que proferirem. Mas aquele que blasfemar contra o Espírito Santo não tem perdão para sempre, visto que é réu de pecado eterno." (Marcos 3:28-30).

O que é este pecado imperdoável? Muitos trechos ensinam que é possível ir tão longe de Deus que não se pode retornar. Paulo adverte sobre consciências insensíveis (1 Timóteo 4:2). Hebreus fala de corações endurecidos (capítulo 3) e daqueles que não podem ser trazidos de volta ao arrependimento (capítulo 6). João fala daqueles cujos pecados levam à morte, uma vez que eles se recusam a se arrependerem e a confessá-los (1 João 5:16-17). O próprio Jesus fala do solo que foi pisoteado e compactado ao ponto em que nenhuma semente pode germinar (Lucas 8:5). Cada passo que damos afastando-nos de Deus aproxima-nos do ponto sem retorno. Podemos perder o poder moral para mudar e voltar ao Senhor.

O problema, naturalmente, não está na vontade de Deus de perdoar o pecador (Lucas 15; 2 Pedro 3:9). Deus alegremente aceita e perdoa a todos que se arrependem. O problema está em que alguns rejeitam cada tentativa de Deus para motivar o arrependi-mento. Depois que Jesus deixou a terra, o Espírito Santo veio para revelar a mensagem final da salvação. Para aqueles que a recusam e se voltam contra o Espírito Santo, Deus não tem nenhum outro plano. Não há outro sacrifício pelo pecado (Hebreus 10:26-31). Aqueles cujo estado endurecido faz com que recusem o rogo final de Deus, nunca serão perdoados. Esta é a blasfêmia contra o Espírito Santo. Queira Deus conceder-nos corações tenros para prontamente atender nos à sua palavra.

Tema: Por Que Deus Permite o Mal

Por que o mal existe? Por que inocentes sofrem? Se Deus é bom, por que permite tantas abominações? A questão do mal é um dos maiores temas da humanidade. Ao longo da história muitos pensadores se debruçaram sobre esta questão. Toda pessoa com sensibilidade já se questionou sobre este problema.

Algumas doutrinas buscam explicar o mal através de perspectivas reencarnacionistas onde o mal colhido hoje é conseqüência do mal plantado em outra vida. Sem querer entrar no debate sobre doutrinas, a verdade é que durante o tempo em que busquei respostas nesta via religiosa, não consegui explicação sobre como surgiu o mal primordial e como este ciclo de mal se estabeleceu de maneira tão concreta e abrangente, que afeta a todos, independente do caráter, da fé ou do status sociais.

No entanto, foi na Palavra de Deus que encontrei explicação precisa sobre as causas do mal, sobre porque afeta inocentes e sobre os planos de Deus para que não mais venhamos a sofrer. Vamos viajar juntos na Palavra?

No livro de Gênesis, aprendemos que Deus criou o mundo e logo após criou o homem à sua imagem e semelhança e o abençoou: “Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a Terra e sujeitai-a” (Gn 1:28).

Deus concedeu ao homem a prerrogativa de sujeitar, ou numa tradução mais livre, governar a Terra. A partir daquele momento o homem recebeu autoridade na terra sobre toda a criação, autoridade esta que dada pelo próprio Deus.

A Bíblia ensina que os dons e vocações de Deus são irrevogáveis (Rm 11:29) e também que Deus é fiel, mesmo que sejamos infiéis (2 Tm 2:12). Este aspecto da natureza de Deus é que nos garante que suas promessas vão se cumprir e garante a salvação pela graça independente das obras de justiça. Se não fosse a fidelidade de Deus à suas promessas não haveria nenhuma esperança para nós. O Senhor não muda por isso nós não somos consumidos.

Assim, quando o Senhor deu ao homem autoridade espiritual sobre toda a criação o fez uma vez por todas, pois seus dons são sempre irrevogáveis e manteve-se fiel ao Seu decreto, pois não pode negar a si mesmo.

Deus é amor, ou seja, para Ele o amor não é opção é essência. Mas não existe amor verdadeiro se não existe liberdade. Liberdade até mesmo para negar este amor. Ao criar o homem à sua imagem e semelhança e dar-lhe autoridade espiritual sobre toda criação, Deus também lhe deu a liberdade de agir conforme seus próprios desígnios, pois se não fosse assim não seria amor, seria escravidão, talvez em gaiola de ouro, mas ainda assim escravidão. E se o amor de Deus nos escravizasse a só fazer a sua vontade Ele estaria negando a si mesmo.

Usando desta liberdade o homem resolveu seguir seu caminho longe de Deus. É o chamamos de queda. A partir daí nada mais seria como antes.

O homem caiu. E consigo arrastou toda a criação que caiu junto com o homem. Veja um exemplo: No mundo projetado por Deus a única fonte de alimento eram os vegetais, tanto para homens quanto para animais. Não havia seres carnívoros como hoje, mesmo as grandes feras alimentavam-se de capim (Gênesis 1:29-30). Não se matava, nem mesmo para comer. Mas depois da queda leões desenvolveram presas e garras, tubarões se tornaram máquinas de matar, terremotos e maremotos passaram a se tornar realidade quase cotidiana.

Tudo o que estava debaixo da autoridade espiritual do homem caiu junto com ele. A deformidade moral do homem se reproduziu sobre todos aqueles que estavam sujeitos a ele. É por isso que mesmo entre os animais, estupros, assassinatos, violência contra o mais fraco, genocídios, abusos sexuais acontecem com a mesma freqüência que nas sociedades humanas. “Maldita é a Terra por tua causa” (Gn 3:17).

Paulo escreve aos romanos que toda a criação está sujeita à perversidade, não por vontade própria, mas por causa daquele que a sujeitou. A própria criação também aguarda a redenção e geme e suporta angustias até hoje. Ou seja, toda a criação sofre por causa daquele que tem autoridade espiritual sobre ela (Rm 8:19-22).

O projeto de redenção em Cristo Jesus não é esperança apenas para a humanidade, mas é anseio de toda a criação que se perverteu juntamente conosco por conta das deformidades que tomaram conta de nossas almas quando nos afastamos Dele.

Os dons e vocações de Deus são irrevogáveis. Não havia como destituir o homem da autoridade que Ele mesmo outorgou a não ser que o próprio Deus se tornasse homem. Este é um dos motivos pelo qual Jesus, o Verbo, se fez carne, se fez homem: para ser o novo Adão, Espírito vivificante que redimirá o homem e toda a criação junto com ele.

Cada ser vivo deste mundo anseia pelo dia da volta do Nosso Senhor, quando poderão retornar à casa do Pai e à sua verdadeira vocação. Esperam ardentemente pelo dia em que “lobo e cordeiro pastarão juntos e o leão comerá forragem como o boi” (Is 65:25)

Somos nós os responsáveis pelo mal no mundo.

De que se queixa o homem? Queixemo-nos dos nossos próprios pecados

Era uma vez,em uma floresta…

Nos conta certa hitória que, Um dia, o macaco, representante eleito dos animais, fez uma reunião com toda a bicharada da floresta e disse:

- Nós sabemos que o leão é o rei dos animais.

Mas há um problema: existem 3 leões fortes.

Ora, a qual deles nós devemos prestar homenagem?

Qual, dentre eles, deverá ser o nosso rei?

Os 3 leões comentaram entre si:

- É verdade, uma floresta não pode ter 3 reis. Precisamos decidir qual de nós será o rei.

Mas como fazer?

Essa era a grande questão: lutar entre si eles não queriam, pois eram muito amigos.

O impasse estava formado.

- Bem, senhores leões, a solução está na Montanha Difícil.

Decidimos que vocês 3 deverão escalar a montanha e aquele que atingir o pico primeiro, será consagrado rei.

A Montanha Difícil era a mais alta entre todas naquela imensa floresta.

O desafio foi aceito. No dia combinado, milhares de animais cercaram a montanha para assistir a grande escalada.

O primeiro tentou. Não conseguiu.

O segundo tentou. Não conseguiu.

O terceiro tentou. Não conseguiu.

Os animais estavam curiosos e impacientes.

Afinal, qual dos leões seria o rei, uma vez que os 3 foram derrotados?

Foi nesse momento que uma águia, idosa e de grande sabedoria, pediu a palavra.

- Eu sei quem deve ser o rei!!!

Voava sobre eles e escutei o que disseram para a montanha, ao se verem derrotados por ela.

O primeiro leão disse: – Montanha, você me venceu!

O segundo leão disse: – Montanha, você me venceu!

O terceiro leão também disse:

Montanha, você me venceu… por enquanto!

Mas você, montanha, já atingiu seu tamanho final, e eu ainda estou crescendo.

E a águia completou:

- A diferença é que o terceiro leão teve uma atitude de vencedor diante da derrota.

E quem pensa assim é maior que seu problema.

É rei de si mesmo, está preparado para ser rei dos demais.

Os animais aplaudiram entusiasticamente o terceiro leão, que foi coroado rei da floresta.

As “montanhas difíceis” sempre estarão em seu caminho, e sempre lhe parecerão intransponíveis.

Uma postura positiva diante das dificuldades é a diferença que faz a diferença!

Uma montanha não tem mente, alma, espírito. Você tem!

Ela só o vencerá se você deixar.

Lembre-se: uma montanha tem altitude. Você tem atitude.

Você é maior que todos os seus problemas! Acredite em você!

O arco a flexa e a sacola

Certo índio estava a procura de sua caça para comer,e um dia na floresta,olhou para a cachoeira ao lado,olhou para o céu e disse : Senhor Deus soberano,sabes que eu necessito da minha caça,pois é o alimento meu e de minha família.

Eu ofereço a ti Meu Arco e minhas Flexas… nada aconteceu naquele dia.

No dia seguinte ele retorna a caçar e agora faz sua oração a Deus: Senhor não possuo muita coisa,mas ofereço a Ti minha Sacola e que era onde ele guardava as Flexas .”mas nada aconteceu …

Então agora já no terceiro dia ele volta a caçar e antes faz sua oração matutina:

Deus não irei te oferecer minhas Flexas,nem minha Sacola; porque tu oh sabes que necessitamos desta caça para sobrevivermos.

Neste exato Momento eu Ofereço a Mim Mesmo,Ofereço a Minha vida !!

Deus agora recebe aquele Sacrifício do Índio e naquele dia ele foi um dia de fartura na sua caça,de Maneira que aria para ele sobreviver muitos dias .

Deus ele quer que venhamos nos entregar a ele de coração mas ainda que nós venhamos fazer o que cabe a nós fazer.

O índio estava entregando suas ferramentas de caça e queria que Deus lhe concebesse o alimento a caça em suas mãos .

Portanto não venhamos entregar nossas ferramentas ,Vamos cada dia usar nossas ferramentas espírituais que é o conhecimento da palavra de Deus a sabedoria,para que venhamos Vencer.. vencer.. vencer..pois para isto Cristo Jesus nos chamou: pois somos mas que vencedores em Cristo Jesus !!

domingo, 20 de novembro de 2011

Tema; Uma promessa ao vencedor.

Assunto: Igreja fiel, por ter um pastor fiel.

APOCALIPSE. 3: 7,8 – E ao anjo da igreja que está em Filadélfia escreve: Isto diz o que é santo, o que é verdadeiro, o que tem a chave de Davi; o que abre, e ninguém fecha; e fecha, e ninguém abre: Conheço as tuas obras; eis que diante de ti pus uma porta aberta, e ninguém a pode fechar; tendo pouca força, guardaste a minha palavra, e não negaste o meu nome.

O fato do Senhor Jesus dizer que tinha a chave de Davi, Ele estava dizendo que tinha poder e autoridade de Rei, pois Davi era um rei. Ele fazia o que queria, pois todo o poder lhe foi dado no céu e na terra, ou seja, está em suas mãos, glória a Deus por isso! Jesus declara para o anjo da igreja que ele tinha colocado diante dele uma porta; gr. Pilon, aberta, mas que porta é essa? A porta do céu, da igreja ? Seria a Palavra de Deus, tanto é que o apóstolo Paulo fala disso para o povo de Corinto. ( I Coríntios. 16:8,9) -Ficarei, porém, em Éfeso até ao Pentecostes; Porque uma porta grande e eficaz se me abriu; e há muitos adversários.

Na época da igreja de Filadélfia, os governadores queriam destruir o cristianismo com os seus ensinamentos diabólicos e Jesus declarou que ninguém podia destruir o Evangelho. Jesus é a Palavra, a Porta, é a Vida e ninguém pode a destruir.

Tendo pouca força? Essa palavra, se refere ao pastor que estava passando por perseguição e, por ser fiel à Palavra de Deus e o Evangelho de Jesus, sentia-se fraco, moralmente e fisicamente. Mas com fé, guarda a pureza do Evangelho.

Apocalipse. 3:9 - Jesus pela Sua Onisciência viu em seu servo a obediência.

Jesus, declara que faria aos da sinagoga,( assembléia de homens governado por Satanás) e aos que se diziam judeus, seguidor da Lei do judaísmo, mas aqueles homens não eram judeus no sentido de raça, mas homens que conheciam a Lei, queriam transformar o cristianismo usando os conceitos da Lei, e mentindo a todo o momento para que assim viessem obter a vitória, sobre eles.

Mas Jesus Cristo provou contrário, que eles viriam e prestariam honras e reverência, pois a palavra adorar = prostrar se curvar. Jesus diz que eles se prostrariam aos seus pés no sentido de reconhecimento, ou melhor, admitiriam que o ministério de Jesus Cristo é verdadeiro. (Isaias. 45:14)

Apocalipse. 3:10,11,12. Visto que guardaste minha palavra de paciência, ou perseverança… É virtude que faz suportar os males com renúncia e qualidade daquele que espera com tranqüilidade e o efeito devido a obediência seria de ser guardado na hora (tempo e a duração da tentação que viria sobre todo o mundo, para tentar os que habitam na terra.

2 Pedro. 2:9.

Eis que venho sem demora… Não se refere ao arrebatamento da igreja, mas sim em sua providencia para com o pastor da igreja. Vigiar, ter cuidado, proteger e defender o que ele tinha, e se não tomasse cuidado em guardar tudo isso perderia a sua coroa = sib. Poder dignidade.

Guarda o que tens… A fidelidade e compromisso em advertir suas ovelhas e ensinar o caminho reto e amar o próximo ajudando uns aos outros em harmonia com a Palavra do Criador. Animando a Igreja com a volta do noivo todos os dias de nossa vida, quer dizer sempre, sem desanimar. Nossa luta terá um fim glorioso para receber do Seu Senhor uma coroa de glória.

A promessa aos vencedores de serem colunas do templo… A responsabilidade de sustentar a Palavra isto é, a verdadeira obra do Reino do Senhor. Permanecerem em seu cargo exercido na obra, testificando sobre o poder Criador da Paz Eterna do único Salvador dos homens.

Conclusão; Assim o pastor tem como promessa, se permanecer fiel em sua fé genuína, para receber seu nome como coluna do templo na Nova Jerusalém Celestial.

nota; recebido pela internet

domingo, 13 de novembro de 2011

Tema; As quatro leis espirituais.

4 LEIS ESPIRITUAIS

1ª---O AMOR DE DEUS
" Pois Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho unigênito para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna." (João 3:16)


O PLANO DE DEUS
Cristo afirma: "Eu vim para que tenham vida, e a tenham plenamente" (uma vida abundante e com propósito). (João 10:10)


Por que a maioria das pessoas não está experimentando essa "vida abundante"?
Porque…
2ª--- O HOMEM É PECADOR
" Pois todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus..." (Romanos 3:23)
O homem foi criado para ter um relacionamento perfeito com Deus, mas por causa de sua desobediência e rebeldia, escolheu seguir o seu próprio caminho, e seu relacionamento com Deus desfez-se. Este estado de independência de Deus, caracterizado por uma atitude de rebelião ou indiferença, é evidência do que a Bíblia chama de pecado.

O HOMEM ESTÁ SEPARADO
" Pois o salário do pecado é a morte..." (separação espiritual de Deus) (Romanos 6:23)

3ª--- ELE MORREU EM NOSSO LUGAR
" Mas Deus demonstra seu amor por nós pelo fato de ter Cristo morrido em nosso favor, quando ainda éramos pecadores." (Romanos 5:8)


ELE RESSUSCITOU DENTRE OS MORTOS
" Cristo morreu pelos nossos pecados... foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras... e apareceu a Pedro e depois aos Doze. Depois disso apareceu a mais de quinhentos..." (1 Coríntios 15:3-6)

ELE É O ÚNICO CAMINHO
" Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim." (João 14:6)

4ª--- PRECISAMOS RECEBER A CRISTO
" Contudo, aos que o receberam, aos que creram em seu nome, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus." (João 1:12)

RECEBEMOS A CRISTO PELA FÉ
" Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé; e isto não vem de vocês, é dom de Deus; não por obras, para que ninguém se glorie" (Efésios 2:8-9)

CONCLUSÃO: RECEBEMOS A CRISTO POR MEIO DE UM CONVITE PESSOAL
Cristo afirma: "Eis que estou à porta e bato. Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei..." (Apocalipse 3:20)

 
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